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História |
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SAAD IBN ABI WAKKAS É o ilustre Companheiro coraixita, Saad Ibn Málik Ibn Wuhaib Ibn Abd Manaf Ibn Zahra Ibn Kilab, pai de Isac Ibn Abi Wakkas, um dos emigrantes pioneiros e um dos dez alvissarados pelo Paraíso. Foi um dos seis indicados por Umar Ibn Al Khattab para substituí-lo no califado. Sua Posição e Seus Méritos Foi um dos que Deus abriu-lhes o peito para o Islam, de uma forma convicta. Por causa de sua conversão, sua mãe o boicotou para obrigá-lo a reconsiderar. Porém isso só aumentou a sua fé e sua firmeza. Os historiadores narram que sua mãe lhe disse. "Soube que você cometeu apostasia. Por Deus, não haverá proteção para mim, nem alimentação até que você negue a religião de Muhammad." Ela permaneceu assim durante três dias o
ele não a atendeu. Foi, então ter com o Profeta e o colocou à par da situação. O
Profeta Muhammad
"E recomendamos aos humanos benevolência para com seus pais; porém, se te forçarem a atribuir-Me o que ignoras, não lhes obedeças, porque vosso retorno será a Mim, e, então, inteirar-vos-ei de quanto houverdes feito". (29ª Surata, versículo 8). O Profeta Muhammad Foi ele quem construiu a Kufa, por ordem de Umar Ibn Al Khattab e foi designado como seu governador durante o califado de Umar e do califado de Uthman. Ao ser inquirido a respeito dele, Umar disse: "Nomeei como governador o mais honrado e capaz das pessoas e o menos severo. Ele é forte durante a adversidade e o mais querido coraixita entre as pessoas". Posteriormente, Umar o indicou para substituí-lo no califado, dizendo: "Se o escolhido for Saad, será uma boa escolha. Se não for, que o escolhido peça o auxílio dele." Foi também um dos narradores da tradição. Sua Luta Pela Causa de Deus Ele escreveu uma página gloriosa na luta pela causa de Deus e pela causa do Islam. Foi o primeiro a derramar sangue pela causa de Deus. Participou da Batalha de Uhud junto com o Profeta Muhammad (que a Paz e a Bênção de Deus estejam sobre ele). Era um dos arqueiros que estava ao lado do Profeta Muhammad (que a Paz e a Bênção de Deus estejam sobre ele). Este sempre ficava fascinado com ele e o incentivava. Quando os muçulmanos quiseram conquistar a Pérsia e Umar Ibn Al Khattab assumiu o califado, quis ele próprio comandar o exército. Porém, os muçulmanos o aconselharam a escolher um dos companheiros. Ele subiu ao púlpito e disse: "Homens, estava eu disposto a sair convosco, porém os conselheiros me convenceram a não fazê-lo o a nomear alguns companheiros para assumiram os assuntos de guerra.'' Os muçulmanos escolheram por unanimidade Saad Ibn Abi Wakkas como comandante desse exército, o que alegrou Umar sobremaneira, porque conhecia a sua capacidade. E, apesar de sua confiança na sua sinceridade, na sua crença e capacidade, nomeando-o como comandante, ele lhe traçou um sistema íntegro dando-lhe aquele extraordinário conselho: "Ó Saad, não se deixe enganar se for dito: Tio e Companheiro do Profeta, porque Deus não apaga o mal com o mal, mas apaga o mal com o bem. Não há parentesco perante Deus a não ser a obediência a Ele. As pessoas, quer sejam ilustres, quer sejam humildes, perante Deus são iguais. Deus é o Seu Senhor e eles são seus servos. Sobrepujam um ao outro pelos seus atos, e alcançam Suas recompensas com a Sua obediência. Observa o que o Profeta Muhammad costumava fazer e pratique-o." Saad partiu em direção a Pérsia e cumpriu fielmente o conselho de Umar, pois foi um exemplo extraordinário de comando, de política proba. Tal política deu seus frutos, fortalecendo as fileiras, unindo os corações e difundindo a cooperação e a solidariedade. Quando o comandante corajoso chegou às terras persas, não foi enganado pelas aparências nem o exército numeroso o amedrontou. Enviou um emissário com a seguinte mensagem: "Estamos vos convocando para a nossa religião, pois é uma religião que prega o que é excelente e proíbe o que é abominável. Se vos negardes devereis pagar a Jizya (tributo). Se, vos negardes sereis combatidos. Se aceitardes, deixaremos convosco o Livro de Deus pelo qual vos regereis, deixando vosso país a vosso cargo. Se aceitardes pagar a Jizya aceitamos e vos protegeremos. Se negardes, então vos combateremos." Os persas se negaram e aconteceu o combate na batalha de Cadissiya, onde Deus cumulou os muçulmanos com a vitória, apesar de sua inferioridade numérica: "Quantas vezes um pequeno grupo venceu outro mais numeroso pela vontade de Deus, porquanto Deus está com os perseverantes!" (2ª Surata, versículo 249). Ele enviou mensagens para Umar comunicando a vitória. Foi um dia glorioso na história dos muçulmanos. Saad permaneceu na Pérsia até conquistar a sua capital Madáin. Seu Falecimento Após uma vida repleta de luta cheia dos atos mais dignos, ele faleceu no ano cinqüenta e cinco da Hégira. Que Deus Se compraza com ele e o recompense com o melhor galardão. Cortesia do CEDI
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